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PROJETOS

O GPV-RJ, Utilidade Pública Estadual Lei nº 2038-26/11/92, localizado na Av. Rio Branco, 135 sl. 709 – Centro, Rio de Janeiro – RJ, CEP: 20040-006, CNPJ 35.798.651/0001-53, lançou alguns projetos voltados para a informação e educação sobre o tema DST/Aids para diferentes públicos. O objetivo é trazer grupos que possam colaborar e se engajar na luta pela prevenção e acolhimento dos infectados pelas doenças.

 

PROJETO EMPRESA SOLIDÁRIA – “SEJA MANTENEDOR”

A epidemia de HIV/Aids ainda é um gravíssimo problema de saúde pública no mundo. Nos últimos cinco anos, mais de 57.000 pessoas morreram em consequência dessa doença. Só no Estado do Rio de Janeiro foram mais de 8.000 óbitos. No mesmo período foram notificados mais de 181.000 novos casos no Brasil, sendo mais de 24.000 no Estado do Rio de Janeiro. O Estado do Rio de Janeiro ocupa, no plano nacional, a triste terceira posição em casos notificados de HIV/Aids, entre os anos de 2007 a2010. Com relação à taxa de incidência por 100.000 habitantes, a região sudeste ocupa o primeiro lugar (2005/2009) e, no plano nacional, ocupa a segunda colocação. Importante frisar que, de acordo com os dados do Ministério da Saúde, a Aids atinge hoje todas as pessoas, não importando a idade, o grupo étnico, o credo ou a orientação sexual.

Apesar destes fatos alarmantes, observamos que o tema Aids é popular, mas a ausência de políticas de prevenção, o preconceito e a discriminação ainda estão presentes, provocando vários obstáculos na luta contra essa epidemia. Em paralelo, a população não adota práticas de sexo seguro nem outros métodos de prevenção de gravidez ou doenças sexualmente transmissíveis com frequência por que não é incentivada suficientemente para tal. Em conjunto, a falta de informação correta e o preconceito social, acabam por contribuir para o aumento dos casos de Aids em nossa sociedade.

Sendo assim, o GPV-RJ lançou a campanha “Empresa Solidária”, que tem como objetivo a sensibilização de empresas que queiram e possam se comprometer com a continuidade e melhoria das ações do Grupo Pela Vidda no combate a epidemia da aids. A organização pode escolher um valor para contribuição mensal, de R$ 1.000,00 (mil reais), por exemplo, como uma cota que poderá ser depositada diretamente na conta de doação do Grupo. Nada impede a contribuição com mais de uma cota.

Em contrapartida, o Grupo se compromete a apresentar relatórios detalhados sobre a destinação e uso da contribuição, assim como a colocar em seu site a marca de sua empresa. Também oferece atividades educativas e de prevenção as DST, Aids, Hepatites Virais e Tuberculose, além de esquetes, oficinas de sexo seguro e orientação psicológica para os parceiros que se descubram soropositivos.

Fonte: www.onu-brasil.org.br

“A responsabilidade social é um dos principais alicerces para a construção de uma sociedade mais justa e digna, contamos com sua participação e adesão. Caso você decida fazer parte desta parceira, contate Jucimara Moreira, através do celular ou e-mail para saber como proceder”.

Conta doação do GPV-RJ:

Banco: Bradesco | Agência: 1444-3 | Cc: 11.205-4

 

PROJETO EDUCAR PARA VIVER

Embora já se admita a discussão sobre a AIDS com uma abordagem mais esclarecedora, o preconceito ainda existe e persiste. A falta de informação aliada ao preconceito contribui, a cada dia, para maior incidência da contaminação pelo vírus HIV e outras doenças venéreas, influenciando negativamente na saúde da população, conforme mostram as estatísticas apresentadas pelo Ministério da Saúde. Elas mostram que a epidemia do HIV/AIDS continua crescendo e atingindo, muitas das vezes, adolescentes em sua primeira relação sexual, não importando a raça, credo ou orientação sexual.

A Educação sexual vem sido debatida há décadas, mas novos elementos, como as recentes discussões sobre homofobia, trazem à tona a necessidade de informar crianças e adolescentes sobre a realidade que os cerca. A mudança do contexto social desperta a necessidade de convivência com os mais variados conceitos de sexualidade. Prova disso é a pesquisa “Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar”, que mostra que 87,3% dos 18,5 mil entrevistados (entre pais, mães, professores e alunos) têm preconceito contra as escolhas diferentes da heterossexualidade. Conversas sobre sexo e sexualidade entre pais e filhos ainda são um tabu e as escolas nem sempre se encontram preparadas para acolher o assunto em sala de aula de forma competente.

O GPV-RJ criou o projeto Educar para Viver para promover encontros para tratar do assunto, sem abordar questões religiosas e dogmáticas, colocando em voga o conhecimento científico para que professores incluam o tema em seus programas de aulas. O objetivo é selecionar membros de sua equipe para ministrar oficinas com o tema “Sexualidade responsável e promoção a saúde, contra estigmas das DST/Aids, Tuberculose e Hepatites Virais”.

O intuito é construir um canal de comunicação entre as escolas participantes e o GPV-RJ, para atualização permanente. Com as informações adquiridas, os educadores estarão capacitados a falar de sexualidade de forma transversal nas disciplinas comuns ao ensino fundamental e médio, ou seja, não haverá um momento específico para falar de educação sexual, mas o tema poderá permear matérias como biologia ou educação física. A medida atende às premissas dos parâmetros curriculares nacionais estabelecidos pelo MEC em 1996, que recomenda, entre outras coisas que o tema orientação sexual seja mesclado às outras disciplinas.

Essas oficinas serão intituladas como “encontros de sensibilização”, e abordam:

• Principais doenças que são transmitidas pela relação sexual e sua transmissão;
• Porque e quando se submeter ao teste anti-HIV;
• Porque o parceiro único não é sexo seguro;
• O preconceito e a discriminação ao soropositivo do HIV;
• O correto uso dos preservativos feminino e masculino;
• Vivendo com AIDS;
• AIDS na adolescência;
• TB/HIV/AIDS e Hepatites Virais.
• Saúde Sexual e Saúde Reprodutiva

• Articulação Saúde-Educação

• Aids e Direitos
• Gravidez na adolescência.
• Relações de gênero

Em 2012 as oficinas passaram a ser ministradas também nas UPP’s – nas quatro comunidades pacificadas: Providência, Chácara, Macacos e Borel – com apresentações especiais de teatro. Na região de Macaé, foi lançada a versão “Educar para viver II”, com uma extensa programação para os alunos da rede municipal de ensino, ampliando o plano inicial que incluía apenas os educadores. O projeto expandiu na região graças a parceria entre o GPV-RJ, a IESA Óleo & Gás e a Prefeitura de Macaé, por meio da Secretaria de Educação.

Financiadora e parceira:

A idealização desse projeto é uma parceria do GPV-RJ, em parceria com a IESA focado na responsabilidade social para a área de Educação, com a intenção de sensibilizar educadores para a temática DST/HIV/AIDS a fim do mesmo ser trabalhado com os seus alunos, com o objetivo da promoção à saúde dos jovens e assim minimizarmos os índices de contaminação entre os jovens.

A IESA Óleo & Gás S/A, localizada na Rua Mayrink Veiga, 9 – 12ª andar – Centro – Rio de Janeiro – CEP: 20090-050 RJ – CNPJ: 07.248.576/0001-11, é uma das maiores, a mais experiente e importante empresa brasileira de construção e montagem, com forte e sólida atuação no mercado de petróleo e gás. Como dever de grande empresa, a IESA Óleo & Gás cumpre sua função social ao gerar emprego e renda para centenas de brasileiros nas diversas regiões do país.

A companhia vem desenvolvendo várias ações que reforçam seus valores, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida. São projetos que buscam, primordialmente, qualificação profissional, consciência ecológica e excelência nas questões de segurança, saúde e respeito ao meio ambiente, com grande impacto social.

Conta doação do GPV-RJ:

Banco: Bradesco | Agência: 1444-3 | Cc: 11.205-4

 

PROJETO VIVA-VOZ CONTRA ESTIGMAS

O Projeto Viva-Voz é realizado no GPV-RJ, apoiado e financiado pela MISEREOR, e desde 1998, responde por uma demanda significativa de ações e atividades de prevenção e controle do HIV e Aids no Rio de Janeiro. Além de seu conteúdo técnico e educativo, suas atividades proporcionaram a inclusão social de pessoas com HIV e Aids (PVHA). A maior parte dos seus monitores e agentes mobilizadores eram PVHA e  associam informações e sensibilização através do relato de experiências próprias. O Viva Voz realiza este palestras informativas sobre DST/AIDS em escolas, empresas (SIPAT), associações comunitárias e etc.

Atualmente, o projeto é denominado Viva Voz Contra Estigmas e atua na perspectiva da prevenção das DST, HIV/AIDS, Tuberculose e Hepatites Virais. Entendendo que a prevenção hoje não pode ser compreendida somente a partir de ações meramente informativas e educativas, o projeto procura articular programas sociais e grupos organizados da sociedade  através das políticas públicas sociais e da promoção à saúde.

Sendo assim, a equipe técnica do GPV-RJe monitores especializados foram reunidos para integrar, planejar e promover conjuntamente ações, tais como:

  • Treinamentos e sensibilização para formação de agentes na perspectiva da promoção da saúde.
  • Oficinas e debates para erradicação do estigma e preconceito acerca do HIV e Aids.
  • Oficinas de construção compartilhadas para ações afirmativas acerca do viver com HIV e Aids, soropositividade e prevenção positiva.
  • Oficinas afirmativas para debate acerca da prevenção e do Sexo mais seguro.
  • Treinamentos e atividades temáticas com enfoque na prevenção das DST , HIV/Aids, tuberculose e hepatites virais.
  • Sensibilização e treinamento de agentes sociais e lideranças para a profilaxia do HIV/Aids no contexto de tuberculose.
  • Debate acerca de direitos e deveres dos pacientes com co-infecção TB/HIV/Aids.
  • Atividades lúdicas e interativas – teatro preventivo, performances e jogos educativos.
  • Curso Básico e formação pedagógica para formação de Agentes Sociais e Mobilizadores na luta contra o HIV/Aids e Tuberculose (curso especializado de 40 horas/aula).

Programa Iec – Informação, Educação E Comunicação

O Programa IEC nasceu, em 2008, do Projeto Viva-Voz Contra Estigmas, com ações educativas específicas para eventos coorporativos e que podem ser solicitadas de acordo com o interesse ou necessidade do público de cada empresa. Essas apresentações são feitas em formas de palestras, oficinas, estandes, peças teatrais, vídeo debates, depoimentos e rodas de conversa. O local é de escolha da empresa e podendo ser no próprio ambiente de trabalho.

A ideia é descontrair e ensinar ao mesmo tempo. A dinâmica pode durar de meia hora à uma hora e trinta minutos, e pode ser feita para o público que o espaço sugerido pela empresa permitir. No caso das palestras, são apresentações formais com o tema “Em tempos de HIV: Dilemas e Desafios na promoção à saúde”, onde são desenvolvidas questões sobre o vírus, a convivência com ele e o preconceito que sofre um infectado.

As Oficinas de Prevenção levam dinâmicas envolventes e inovadoras ao local de trabalho, passando informações sobre o tema DST/Aids e levando os participantes a obterem os conceitos básicos e avançados da prevenção as DST/HIV/AIDS. Procura-se motivar a participação dos presentes, de forma a aprimorar a percepção que eles têm do problema e a possibilitar mudanças positivas em seu comportamento.

Já os estandes podem atuar dentro da empresa ou em outro espaço escolhido, por meio período ou um dia inteiro, levando os participantes a obterem ou atualizarem seus conhecimentos, além de tirarem dúvidas individuais. Representantes do projeto demonstram o uso correto do preservativo masculino e feminino em modelos pélvicos, e passam informações sobre o tema DST/AIDS.

Uma peça teatral, intitulada “Viver com Aids e ainda sofrer preconceito. Quem aguenta?” é outra opção de apresentação para ambientes coorporativos. A exposição lúdica traz para o público um debate interativo sobre o assunto. A parte teatral também inclui uma apresentação feita pelas salas e corredores da empresa, animando e informando os funcionários. O esquete “Camelô Educativo” leva dois personagens que são vendedores ambulantes a visitarem os colaboradores em seus postos de trabalho, “vendendo” informação sobre a prevenção das DST/AIDS, e fazendo demonstrações do uso de preservativos. A interpretação pode ser adaptada para participação em feiras, eventos e ações com grupos estratégicos.

Já os debates podem acontecer com a apresentação do vídeo “História de todos nós” do Departamento de DST/AIDS do Ministério da Saúde. E as rodas de conversa são feitas através de depoimentos de pessoas que vivem com a doença e driblam este e outros problemas que o fato acarretou para suas vidas. Nesta conversa são abordadas as questões do parceiro único que não é forma de prevenção, formas de infecção, prevenção das DST/AIDS e o uso correto do preservativo masculino e feminino.

Para contratar algum desses serviços, basta entrar em contato com o GPV-RJ e fazer a doação equivalente a cada ação pela conta doação do Grupo.

Contatos para entrevistas e possíveis parcerias:

Grupo Pela Vidda-RJ                (21) 2518 3993  gpvrj@pelavidda.org.br

Marcio Villard                            (21) 9899 9868 marcio@pelavidda.org.br

Mara Moreira                            (21) 8767 2478 mara@pelavidda.org.br

George Gouvêa                        (21) 9943 7982  george.gouvêa@pelavidda.org.br

Conta doação do GPV-RJ:

Banco: Bradesco | Agência: 1444-3 | Cc: 11.205-4

 

OUTRAS ATIVIDADES E ATUAÇÕES:

 

OFICINAS DE CAPACITAÇÃO

Trabalho de sensibilização e capacitação para profissionais que lidam com HIV/Aids. Através de técnicas participativas e dinâmicas procura-se apresentar uma perspectiva diferente da epidemia e construir coletivamente formas inovadoras de abordagem do problema, respeitando as necessidades dos profissionais e das populações atendidas.

COMUNICAÇÃO

O Pela Vidda conta com uma equipe especializada de comunicação para desenvolver suas estratégias nesta área. As ações acontecem em quatro níveis interligados: relações públicas e assessoria de imprensa, que garantam espaço na mídia para as necessidades das pessoas vivendo com HIV e Aids; produção de material gráfico informativo; produção de campanhas de sensibilização e prevenção e estabelecimento de parcerias com organizações da área de comunicação.

ATIVISMO

Como grupo organizado de pessoas vivendo com HIV e Aids o Pela Vidda procura dar uma contribuição para a conquista da cidadania das pessoas afetadas pela Aids e o respeito aos direitos humanos. Monitorando as políticas públicas de saúde e as reações sociais à epidemia de Aids, o Pela Vidda constantemente se faz presente em fóruns formais ou nas ruas da cidade para mobilizar a comunidade e pressionar autoridades. Estas ações permitem que as pessoas afetadas pela Aids expressem diretamente suas necessidades e exijam o respeito aos seus direitos com a própria voz.

REPRESENTAÇÕES

Também como estratégia política, o Pela Vidda procura fazer-se presente em fóruns formalmente constituídos que participem da definição de políticas para Aids, direitos humanos e outros temas de relevância. O Grupo atualmente participa da Comissão Estadual de Aids, do Comitê Nacional de Vacinas, da Associação Brasileira de ONGs, entre outros.